NAVIO SOME, MADURO CAI E OS RÉPTEIS SORRIEM
Nada é coincidência quando o petróleo começa a obedecer ordens telepáticas.
A semana começou normal. Terminou com Maduro fora do tabuleiro, um navio russo evaporado no oceano e o petróleo fazendo continência. Coincidência? Só pra quem ainda acredita em jornal sério.
Primeiro, a Venezuela. O presidente simplesmente desaparece do jogo e, minutos depois, o petróleo começa a fluir “espontaneamente” para os Estados Unidos. Ninguém viu golpe, ninguém viu invasão, ninguém viu nada. Só o óleo andando sozinho, obediente, como se tivesse recebido uma ordem que humanos não ouviram.
No meio do Atlântico, um navio russo carregado de petróleo entra num buraco narrativo. Uns dizem que foi apreendido. Outros dizem que foi “interceptado”. Os mais atentos dizem que o navio nunca existiu, só apareceu nos radares porque precisava aparecer. Missão cumprida, some do mapa.
A Rússia grita. Os EUA bocejam. O mercado sorri. O petróleo cai de preço como quem recebe um comando ancestral. Desde quando o barril obedece tão rápido?
Teóricos do subterrâneo afirmam que essa não é uma disputa entre países, mas entre castas não humanas. Os chamados “líderes” seriam apenas avatares temporários, descartáveis. Quando um começa a saber demais — some. Simples assim.
Há quem diga que o navio não levava só petróleo, mas material biológico, artefatos antigos e registros de acordos feitos antes mesmo da ONU existir. Outros garantem que o petróleo venezuelano tem algo diferente: memória. Energia velha. Restos de uma tecnologia fóssil que não é só combustível — é linguagem.
E claro, entram eles: os reptilianos. Discretos, frios, amantes de ambientes quentes e líquidos escuros. O petróleo seria o Wi-Fi deles. Quando o fluxo muda de dono, o comando muda junto. Presidentes caem, navios somem, jornalistas explicam mal.
No fim, ninguém declara guerra. Não precisa. A guerra já aconteceu, só não foi televisionada. Foi administrativa, energética, simbólica e invisível — como eles gostam.
Quando o petróleo começa a se mover sozinho, não é política — é chamado de origem.
QUEM GANHA
- As entidades que nunca aparecem em foto oficial
- O petróleo, que finalmente escolheu um lado
- Quem manda sem precisar explicar nada
QUEM PERDE
- Quem acha que presidente manda em alguma coisa
- Quem ainda acredita em fronteira
- Quem pega trem, dorme e acha que acordou livre